Entrevista com Robson Nascimento

5 09 2007

Robson Nascimento

 

O GospeI Inside entrevistou o cantor e pastor Robson Nascimento, que será um dos nossos colunistas e trará uma palavra para os leitores do Gospel Inside quinzenalmente. Nessa entrevista Robson fala da música gospel brasileira, do seu ministério e de como Deus tem agido nos seus seminários, confira:

Gospel Inside: Roby, você é um cantor que viveu e marcou o início da música gospel, mais precisamente, o black, no Brasil. É tido como referência por muitos tanto que estão começando hoje, como alguns que já estão por aí há anos. Muita coisa mudou desde a época dos eventos no Pedra, onde você e outros começaram. Quais você acha que são os pontos positivos e negativos dessa mudança?

Robson Nascimento: Bom, a música evangélica brasileira está em constante mudança. Antigamente, as igrejas tradicionais históricas como Adventistas, Batistas, Assembléias de Deus e Metodistas não permitiam algumas práticas musicais como bandas, instrumentos de percussão, entre outras coisas. Hoje é diferente, nós percebemos uma total transformação no que diz respeito a instrumento, estilo musical e a forma de como é feito na grande maioria dessas igrejas históricas e também nas neopentecostais. A própria igreja Católica aderiu ao movimento modernista e também se aparelhou e mudou a forma de se apresentar com o movimento carismático. Enfim, a musica cristã no Brasil está em fase de crescimento e com certeza é celeiro para o mundo. Os pontos positivos que vejo é que principalmente a informação chega fácil e rápido para todos e com isso a qualidade também é aprimorada. Os pontos negativos são as práticas seculares, a essência da música profana e os modos estão invadindo o meio musical cristão. Devemos ficar muito atentos a isso. Temos que considerar que a música evangélica tem de ser um instrumento de transformação, uma ferramenta precisa nas mãos de Deus e não pode ser confundida!!!

GI: Essa mudança e esses aspectos influenciaram para você buscar em Deus o renovo no seu Ministério? E como você define o Ministério Robson Nascimento hoje?

RN: Deus tem me chamado a atenção sobre o que está acontecendo com a música e com os músicos cristãos hoje. Estamos numa batalha espiritual muito grande e essa guerra começa com os egos mau administrados e depois se estende para o mundo das potestades espirituais por conta das brechas abertas pela humanidade.

O Ministério que o Senhor me entregou não visa ser um ministério mártir, pois esse ministério foi do Senhor Jesus e Ele fez o que tinha de ser feito e é por isso que estamos aqui hoje, mas sim de alertar o mundo de que a salvação é real para todas as pessoas e que Deus tem uma nova vida a cada dia para nós. A música é o nosso principal veículo para isso. A Palavra de Deus cantada tem me surpreendido com relação ao seu poder de alcance. Estamos com um lugar para os cultos, isso é, uma igreja local, mas também temos o nosso trabalho missionário e itinerante com a música usando-a para a adoração, evangelismo, libertação e edificação do Corpo de Cristo.

GI: Deus tem usado você de diversas maneiras nesse tempo todo. De onde veio essa iniciativa de ministrar seminários nas igrejas com temas tão impactantes e polêmicos ao mesmo tempo? Vi que um dos temas é ‘O músico da igreja no mundo. A música do mundo na igreja”.

RN: Não existe escola melhor do que a experiência em um campo de trabalho. Quando eu percebi que os nossos músicos estavam se iludindo com esse mundo artístico, todos os seus departamentos vaidosos e os perigos de se entregar aos encantos da fama do showbizz, Deus me encorajou a trazer a realidade espiritual para os nossos irmãos e levitas e é claro, levando esclarecimento do mundo espiritual aos que não são da fé também.

Robson em DiademaGI: Quais são os outros temas que você aborda nos seminários? Existe algum tema especificamente que você sinta que a igreja tenha maior necessidade de ser ministrada a respeito?

RN: São muitos os temas. De acordo com a necessidade do ministério nós levamos algumas instruções inpiradas pelo Espírito Santo de Deus. E como o próprio Ap. Paulo de Tarso ensina nas escrituras que temos que ter ousadia para ensinar as coisas que Deus nos ensina. Eu busco a orientação na Bíblia e Deus prepara os corações para que a semente caia e dê fruto.

GI: O seu Ministério é marcado pela alegria e ousadia com que você é usado por Deus. Suas canções são muito alegres, sua forma de ser é bastante alegre, enfim, você passa muito dessa alegria, dessa descontração. Parece que aquele versículo que diz que ‘até a tristeza salta de alegria na presença de Deus’, fica mais evidente nas suas ministrações. Como as denominações de linha mais tradicional recebem o seu trabalho e que forma é essa de Deus usá-lo?

RN: Quando Deus me manda para uma igreja tradicional, eu vou preparado para verdadeiramente ser usado por Deus lá. Eu, logicamente, vou respeitar os usos e costumes da igreja porém fico à disposição de Deus para que Ele possa me usar em alegria. E como a Palavra diz que o Nosso Deus não confude os seus, eu vou tranquilamente.

GI: Voltando aos seminários, quais são os resultados que você tem visto através deles?

RN: Alguns ministérios que receberam algumas instruções, tiveram as suas rotinas totalmente alteradas e tranformadas para melhor, graças a Deus. Eu entendo que Deus está levantando pessoas para interagir no mundo espiritual e prático para uma transformação e também reestruturação de alguns formatos.

GI: A maioria dos ministérios têm buscado formas lucrativas de atuação, de alcance de público cada vez maior, lançamentos de CDs muitas vezes sem direção, mas pela ‘obrigatoriedade’ do mercado, eventos para arrecadar fundos e você está indo exatamente na direção contrária, buscando a direção de Deus e seguindo um caminho totalmente oposto ao que vemos por aí. Como equilibrar o interesse ministerial de trabalhos como o seu com a necessidade de manutenção financeira, falando-se do desejo de prosperidade?

RN: Obedecendo a Deus. Buscando Nele a direção para o seu ministério por que a prosperidade vem Dele. Ele com certeza suprirá todas as necessidades e é do interesse de Deus viabilizar o Ministério que é comprometido com Ele.

GI: Para encerrar, gostaria de agradecer você pela entrevista e por ter aceitado o convite de ser um dos colunistas aqui do Gospel Inside. O que pessoal pode esperar do Ministério Robson Nascimento? Tem algo para falar para todo público e para os leitores do Gospel Inside?

RN: Eu é quem agradeço pela oportunidade. Pra mim é sempre um presente de Deus quando tenho a liberdade de me expressar com relação as coisas que Deus tem proporcionado na minha vida e o que Ele representa pra mim. Obrigado!!! Vocês podem esperar do nosso ministério um posicionamento simples: Nós estamos aqui para proclamação do Reino de Deus e suas Boas Novas, adoração desse Deus maravilhoso e para servir quem quer que seja. Estamos aqui para servir vocês.

Deus é bom e como Ele não há!!!!!!
Um beijo pra vocês!!!

Você pode conferir também, o Talento do Mês com Robson Nascimento.

Recado Robson Nascimento

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Entrevista com Leonardo Gonçalves

31 08 2007

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Entrevista de Leonardo Gonçalves, concedida à Radio Novo Tempo, feita por: Edu Santos (locutor), Giovane Barbosa (coordenador da gravadora Novo Tempo) e Luciane Rocha (repórter da revista Novo Tempo).

Luciane Rocha: Leo, o encarte tem uma forte dose de personalidade, muitas fotografias, rabiscos, alguns recortes, umas fitas também, enfim, um projeto gráfico… O que é isso?

L.G.: A capa já é uma coisa interessante, você olha para ela e não entende nada, né? Tem três folhas de papel, meio amassadas, meio que jogadas, um vermelho, um bege e um marrom mais escuro e escrito ‘Viver e Cantar’, aparentemente com a letra de alguém. Realmente, você pode olhar assim e pode achar: ‘Meu! Que coisa estranha!’, não é?

Pra começar essa letra que está escrito ‘Viver e Cantar’ é a minha letra assim como a letra que você vê no decorrer do encarte, no nome de todas as músicas. O Zé Carlos Gasparazzo, que é designer gráfico responsável pela arte do CD, escaneou. As fotos foram tiradas pelo Chapolim, a Gláucia também ajudou na direção de fotografia. As folhas rasgadas na capa, na verdade, representam cada uma, um dos três blocos do CD, divididos por assuntos teológicos. Os interlúdios são para o ouvinte perceber que estamos mudando de bloco.

O primeiro bloco, representado pela folha vermelha, é o bloco da história da redenção, tem uma abertura, depois tem quatro músicas, uma que fala sobre a morte de Cristo – o sacrifício -; a segunda fala sobre a ressurreição, que é a música ‘Ele Vive’. A terceira música, ‘Ele virá’, fala sobre o tempo do fim, a música cinco, ‘Um dia’, fala sobre a nova Terra. Depois vamos para o segundo bloco, que está representado na capa pelo papelzinho bege. Esse bloco fala sobre o relacionamento com Deus, e são: um interlúdio, depois quatro músicas com foco, principalmente, na liberdade, no conhecimento da verdade ‘Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’, e este conhecimento real da palavra de Deus. Um conhecimento real da pessoa que é Deus, no relacionamento íntimo e pessoal, que é o que nos dá a liberdade. E no último bloco, mais um interlúdio e quatro músicas no assunto louvor e adoração; estilos de louvor e adoração diferentes, aproximações e abordagens diferentes desse assunto.

Depois tem um pós-lúdio e duas faixas bônus. Uma das faixas bônus é ‘Nachamu, Nachamu’, que é uma música em hebraico do meu CD de música judaica que será lançado, acredito que até o fim do ano. Eu espero que até o final do ano a gente tenha esse CD também, de música judaica, isso é uma prévia já. A música é toda em hebraico, sobre o texto bíblico de Isaías 40, versículo de 1 a 3, ‘Consolai meu povo, diz o Senhor’ e assim por diante, você que está aí na sua casa pode pegar sua bíblia e conferir. E a segunda faixa bônus que é o ‘Ele virá’, numa outra versão, essa é a versão acústica, no final tem a versão completa.

Luciane Rocha: ‘Viver e Cantar’ é a música 7, não é? É o título da obra e uma música de João Alexandre, como é que nasceu essa parceria e porque que ela se tornou o título de seu trabalho?

L.G.: Na verdade eu sou um grande admirador do trabalho, não posso nem falar trabalho: da obra do João Alexandre. Seguindo a definição de profeta, o profeta é quem traz o recado de Deus para o povo de Deus. O profeta não é um vidente. Pra mim, o João Alexandre é um profeta, ele traz, às vezes, recados duríssimos para o povo de Deus, mas recados que a gente necessita ouvir. Desde que eu entrei em contato com o trabalho dele, eu tinha o quê? Três, quatro anos de idade, pelo disco ‘Vento Livre’, da Igreja Batista do Morumbi, disco antigo que meu tio produziu, eu acompanho o trabalho dele, admiro o trabalho dele, admiro a pessoa dele, o que ele representa, fazer com tanto esmero, com tanta qualidade, com tanto conteúdo o que ele faz. Eu até brinco, gravar um disco, pra mim, hoje, e não ter uma música do João Alexandre, eu acho um desperdício (risos). No primeiro CD teve a música ‘Coração’ e agora a faixa título ‘Viver e Cantar’.

Edu Santos: Já que você citou esse ‘Vento Livre’ aí, não só o João Alexandre, mas junto com ele tem o Asaph Borba, tem o…

L.G.: Ghilherme Kerr, Jadir Cabral, Edilson e Estênio Botelho, que, aliás, Edilson e Estênio Botelho foram os que fizeram a música ‘Poemas e Canções’, são dessa mesma galerinha, entendeu? Eles fazem música com esse tipo de conteúdo e foi proposital, claro! No primeiro CD, a faixa 7, tema: ‘Poemas e Canções’, no segundo, a faixa 7, tema: ‘Viver e Cantar’. Primeiro que são parecidos, ‘Poemas e Canções’, ‘Viver e Cantar’, então são essas coisinhas que a gente bota pra dialogar. Você vê, a faixa de trabalho do primeiro disco foi ‘Getsêmani’, que era a faixa 3, fala sobre ressurreição. A faixa de trabalho agora é ‘Ele Vive’, faixa 3 também e a música ‘Ele Vive’ é continuação de ‘Getsêmani’, no sentido de que ‘Getsêmani’ fala da morte de Cristo e ‘Ele Vive’ fala da ressurreição, até cita uma parte da letra do ‘Getsêmani’. Eu tento criar, realmente, essas coisas pro ouvinte se familiarizar, pra poder acompanhar o trabalho e ver que uma coisa é a continuação da outra. Não estou rompendo com o primeiro disco, estou dando continuidade ao trabalho que já foi iniciado.

Luciane Rocha: Muito se perguntava por aí: ‘Por que o Leonardo não lançou antes outro trabalho?’, o pessoal estava ansiando tanto. O que aconteceu Leo?

L.G.: Eu precisava me concentrar em reunir as músicas e em começar a já fazer os arranjos e pré-produção. Pré-produção em dois anos é uma coisa que as pessoas não costumam fazer, realmente foi um exagero da minha parte. Além desses dois anos de pré-produção, ainda se uniu a mais um ano de produção, eu pensei que depois de tanta pré-produção, ‘em três, quatro meses eu gravo o CD’, que nada! Demorei um ano pra gravar o CD. Começamos as gravações em Agosto do ano passado, em Julho ficou masterizado. Ficou pronto a parte do CD.

O DVD ainda demorou mais um pouquinho, então está explicado aí. Foram dois anos de divulgação do primeiro CD, dois anos de pré-produção e mais um ano de gravação. Esse ano de gravação é que foi repleto de experiências maravilhosas, de milagres, tem até uma música, ‘Somente a Ti’, que é uma música do Wendel, um amigo meu, é a música que, na verdade, fecha os três blocos, que fecha o CD.

Depois dessas três músicas só tem o pós-lúdio e as faixas bônus. Essa canção é muito especial pra mim. Primeiro que ela foi feita por um grande amigo meu, o compositor Wendel Matos, o Wendel Matos que está passando por um momento difícil da vida dele. Ele já tinha feito a música há bastante tempo, mas a orquestração dessa música, a orquestra que se ouve ao fundo, ele fez na cama do hospital, em um fim de semana. Ele teve que fazer uma biópsia em uma Sexta-feira, ficou Sábado e Domingo ainda internado e, com o laptop, fez essa orquestração lindíssima e pra coroar ainda mais essa música, ela emenda direto no pós-lúdio ‘Amém’, de um compositor muito famoso de música erudita contemporânea, de coral principalmente, o americano Martin Lawrence. Eu sempre gostei muitos das músicas dele. Ele tem um trabalho com um coral fantástico e eu achei que o ‘Amém’ dele combinasse com a música do Wendel, só que você não pode fazer isso, pegar a obra de um autor, ainda mais tão reconhecido, tão famoso e falar: ‘Eu só quero o ‘Amém” e colar numa outra música. Eu entrei em contato com a editora dele, mandei um e-mail, eles me responderam, aí pediram um mp3 de como eu ia fazer essa colagem. Eu fiz e mandei e eles mandaram pro autor. Ele ouviu, mandou de volta pra editora e aprovou, graças a Deus! Ficou, realmente muito bonito.

Edu Santos: Você é cantor e compositor?

L.G.: Embora eu tenha feito algumas músicas para esse CD, a palavra compositor, assim… Nem todo mundo que escreve é poeta, nem todo mundo que escreve música é compositor, tem meio que um mito nessas palavras. O Wendel que escreveu essa música e fez a orquestração, ele sim é compositor, eu escrevo umas musiquinhas de vez em quando.

Giovane Barbosa: Se o Leonardo não está sabendo, vai ficar sabendo agora, olha só! ‘Poemas e Canções’, foram 60.000 CDs vendidos em praticamente cinco anos, 12.000 CDs a média, né? 12.000 CDs por ano! Uma média de 1.000 durante todos os meses, e sem parar. Isso foi uma grande estatística Leonardo Gonçalves. E ‘Viver e Cantar’, aí que vem, exatamente, a novidade: 5.500 peças vendidas em apenas cinco dias! Sem a gente vir aqui pro ar falar, porque a gente chegou, estávamos esperando chegar o bloco de CD e DVD e agora vem a pergunta pro Leonardo Gonçalves: O que esperar desse novo filho, amigo? 5.500 peças vendidas até hoje, já deve ter ultrapassado 5.500 peças.

L.G.: Bom, o que, na verdade, alegra a gente nessas coisas é a gente saber que o trabalho, que todo o esforço, está chegando na casa das pessoas. Porque essa experiência toda, que não é só minha, mas de todos os compositores, não deve servir de exemplo, mas ela deve servir de ânimo.

Deus sabe o que faz, os planos de Deus ninguém pode alterar e eu louvo a Deus por isso. E se Ele tem grandes planos pra esse CD do ponto de vista numérico, eu louvo a Deus por isso. Se uma pessoa for tocada e uma vida for transformada, eu acho que isso é mais do que qualquer ser humano poderia pedir. Ontem eu tive o privilégio de cantar no batismo de uma moça que está indo se mudar para a Irlanda, ela é jornalista, foi colega de faculdade de uma menina da Igreja Adventista do Brooklin e o primeiro contato que ela teve com a igreja foi através do meu CD. A primeira vez que ela pisou numa igreja teve um sermão e a pessoa cantou a música ‘Volta’ e ela se decidiu pelo batismo, ontem desceu às águas batismais. Graças a Deus conseguiram falar comigo, eu estava livre e pude ir até a igreja do Brooklin acompanhar esse batismo, foi muito emocionante.

Eu louvo a Deus por isso, sabe? Se uma pessoa for tocada, que Deus seja louvado por isso, se eu conseguir transmitir Deus pra uma pessoa, isso é mais do que qualquer ser humano pode pedir, porque a gente sabe que Deus não precisa da gente, Ele não precisa da música, Ele não precisa de mim, Leonardo Gonçalves, pra fazer a sua obra e tocar a vida das pessoas, é o Espírito Santo que faz isso, mas quando Ele nos usa é um privilégio imensurável, indizível.

Edu Santos: Léo, você é cantor. É uma escolha, uma decisão, um ministério…

L.G.: É um chamado.

Luciane Rocha: Você vive pra cantar ou canta pra viver?

L.G.: É, na verdade, eu vou ficar até com as primeiras frases dessa música ‘Viver e Cantar’ do João Alexandre, profeta, poeta, tudo: ‘Quero cantar o que vivo, quero viver o que canto, seja meu riso meu pranto, viver e cantar’.

Luciane Rocha: Fazendo discípulos, né? Tem muitas pessoas aí pelo Brasil, a gente vai nas igrejas e o pessoal está lá com o CD e cantando as músicas do Léo.

L.G.: Como disse Paulo: ‘Sejam imitadores meus enquanto eu sou imitador de Jesus Cristo’, porque, na verdade, Ele é o maior exemplo.

 

Luciane Rocha: Muito bem, sendo assim, encerramos aqui esse bate papo e agradecemos sua participação aqui, Léo.

L.G.: Eu que agradeço.

Para adquirir o CD Viver e Cantar, clique aqui. Visite também o site de Leonardo Gonçalves.






Entrevista com Tye Tribbett

22 08 2007

Tye Tribbett e seu coral, o G.A., estão para lançar o terceiro CD pela Sony, que foi gravado ao vivo em Virginia Beach. Ele teve um tempinho e falou um pouco mais sobre o evento e sobre a gravação do CD, confira:

Pergunta: Tye, você teve uma gravação para o seu próximo CD, nos dias 17 e 18 de Agosto, em Virgina Beach. Qual foi o conceito desse evento?

Resposta: Final de semana excelente, cara, foi um movimento radical na indústria Gospel para os ousados em Cristo. As pessoas não vieram para ser convencidas ou ser manipuladas a servir e adorar a alguém mas para servir e adorar ao Deus vivo e verdadeiro. Foi supreendente! Você definitivamente não podia ter perdido esse evento. Esse foi um evento para aqueles que são ousados em Cristo e que não se envergonham do Evangelho.

P: Você é uma pessoa considerada ousada e que não se envergonha de cada vez que pisa no palco prega e prega até a hora que acha que deve começar a cantar. Como é que é isso?

R: Eu compreendo a preocupação da platéia às vezes; eles pagam e querem ouvir a gente cantar. Mas eu penso: O pessoal já tem os CDs, sabe as músicas então porque não podem sair dos eventos com algo que não tinham antes? Algo como libertação e cura, por exemplo? Mas novamente eu entendo a preocupação, então nesse novo projeto nós transformamos o que eu prego em canções, então… vocês ainda vão me ver pregando de qualquer forma!!

P: Ganhar o perdido a qualquer custo. Bom, mas voltando à gravação, houve uma na Sexta-feira e outra no Sábado. Em qual das duas eu deveria ter ido? Qual a diferença entre elas?

R: AMBAS! Na Sexta-feira nós apresentamos o novo material e foi um evento com ingresso pago e depois, no Sábado nós fizemos mais uma celebração na praia, de graça. Eu estive lá para interagir com as pessoas que gostam do meu trabalho, com os patrocinadores e outros cantores e músicos e para vocês que não sabem, a Virgínia tem pessoas de muito talento! Nós tivemos um momento em que o microfone ficou “aberto” para quem quisesse subir ao palco e dar uma canjinha, mostrar seu talento, mas eu e o G.A. estivemos ministrando a todo pessoal também.

P: Microfone aberto? Aquele tipo de oportunidade que você deu a uns participantes em um retiro em Março passado?

R: Oooh SIMMM!!! Nós fizemos um retiro de inverno em West Virginia. Foi tremendo! Nós tivemos as participações de Judith McAllister e Byron Cage que vieram dar workshops, tivemos o tal microfone aberto que eu mencionei, esqui na neve, torneios de basquete, foi tremendo! Nós realizamos esse retiro todo mês de Março, então fiquem ligados e se cadastrem para o próximo em Março de 2008 – será fantástico e você sairá de lá super edificado!

P: Foi muito bom falar com você Tye. Alguma última consideração?

R: Foi muito divertida nossa conversa, cara! Obrigado pela oportunidade!! Umm, últimas palavras – Eu diria: Povo de Deus, eu quero encorajá-los a lembrar de Deus nesses maus e últimos dias. É nosso trabalho como filhos de Deus, representá-lo ao máximo mas nós não podemos fazer isso como o mundo faz. A Bíblia diz que nós devemos sair do meio deles. O apóstolo Paulo fala sobre essa questão, ‘que amizade tem a luz com as trevas?’ E eu te pergunto o mesmo. É nosso dever em serviço a Deus nos sobresair e nos opor às coisas do mundo. Lembre-se que se sobresair não é apenas durante um evento de gravação de CD, mas uma coisa que você tem que levar para o seu cotidiano, tem que ser seu modo de vida. Faça um compromisso hoje de se separar para o mover de Deus e nos vemos no lançamento!!!

(Entrevista feita por Steven Jones)